EDITORIAL. 35

Longos dias têm cem anos
Entramos hoje na contagem decrescente para a comemoração do centenário de António Telmo. Um ano apenas nos separa exactamente dessa efeméride. Mas, por agora, que o filósofo, uma vez mais, renasce para as voltas do calendário, deixemo-lo ser menino. Vindo do futuro, ele está quase a nascer. Em África, na Arruda, em Alter do Chão ou nessa Almeida que lhe foi berço.
De hoje a uma semana, no sábado, dia 9, em Lisboa, no Atelier da Graça, será o início das comemorações centenárias, com o lançamento de QUEM CRESCEU ASSIM? TOMÉ NATANEL (As aventuras, enquanto menino, de um filósofo chamado António Telmo), livro da autoria de Risoleta C. Pinto Pedro (texto) e de Gabriel Pedro Martins (ilustração).
E, por uma feliz coincidência, no dia seguinte, no Auditório Bocage, em Setúbal, às 11:00 e às 17:00, não propriamente à margem, mas em paralelo com as comemorações, teremos a ópera para bebés (mas que a todos se destina) Quem roubou o leão?, com música de Rodrigo Leão e libreto de Risoleta C. Pinto Pedro, e inspirada em histórias da infância e da adolescência de António Telmo.
Muito em breve, divulgaremos ainda o logotipo que a designer Ema Francisco concebeu para as comemorações do centenário, como sua marca distintiva.
