3 DE JUNHO, ÀS 15:00, NA FORTALEZA DE SANTIAGO, EM SESIMBRA: LANÇAMENTO DA SEGUNDA EDIÇÃO, REVISTA E MUITO AUMENTADA, DE «AGOSTINHO DA SILVA EM SESIMBRA»

25-04-2017 12:25

Sabia que o gato Luís e o gato Zé, os fotogénicos companheiros de Agostinho da Silva nos anos finais do Príncipe Real, filhinhos da gatinha João, eram sesimbrenses de gema? Que o filósofo mandou imprimir envelopes, destinados à correspondência a expedir da Piscosa, onde oficializa o seu apartamento na Falésia de Argéis como uma “Residência de Estudos”? Que, no final de 1973, intenta retomar, n’O Sesimbrense, “O Baldio do Povo”, num escrito ainda omisso nas bibliografias? Que em 1971, no folheto “Vitória”, punha Sesimbra a par do Porto e de Barca de Alva no seu coração? Que em 1977, pela voz do pseudónimo João Cascudo de Moraes, chama a George Agostinho o sesimbrense Amigo?

De tudo isto e de muito mais terá o leitor notícia na segunda edição, revista e muito aumentada, de Agostinho da Silva em Sesimbra, de Pedro Martins e António Reis Marques, que será lançada no próximo dia 3 de Junho, a partir das 15:00, na Fortaleza de Santiago, em Sesimbra, no início das Tardes Télmicas 2017, e que quase duplica em extensão a primeira, que saiu a lume em 2014, então com a chancela sadina do Centro de Estudos Bocageanos. Desta feita, com a chancela da Zéfiro, a marca da Colecção NOVA ÁGUIA e o selo do GEAS – Gabinete de Estudos Agostinho da Silva, o prefácio continua a ser de António Cândido Franco e João Augusto Aldeia assina um posfácio consagrado a António Reis Marques.

Novos documentos, novos depoimentos – onde avultam os testemunhos de Fernanda Farinha, Henryk Siewierski e Mafalda Ferro –, o gigantesco carteio que Agostinho manteve com a escritora Maria Cecília Correia e importantes contributos iconográficos fazem desta nova edição de Agostinho da Silva em Sesimbra um estudo de proporções monumentais e consagram, em definitivo, a condição de Agostinho como sesimbrense de eleição.